Mostrando postagens com marcador Buenos Aires. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Buenos Aires. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Don Julio: Parrilla em Buenos Aires - Por Tadeu Knoth

Hoje o blog conta a experiência do leitor Tadeu Knoth em uma parrilla de BsAs, a Don Julio (veja também nossa experiência no La Cabrera). Ler o texto só me fez lembrar de uma coisa: Buenos Aires é para ir sempre. 

"Don Julio já havia sido um dos meus preferidos em idas anteriores a Buenos Aires/Argentina, principalmente por não ser turistão, como outros badalados que tem lugares disputados e nem sempre correspondem ao que esperamos. Porém, dessa vez Don Julio tornou-se o melhor de carnes na minha opinião, alcançou altos níveis de qualidade e um preparo mais que correto feito por Pepe, que já fora citado como o melhor parillero de B. Aires.
Logo na chegada fui recebido pelo excelente e muito atencioso Hernan, que com muita calma (coisa rara no atendimento em restaurantes de Buenos Aires [concordo!]) anotou o pedido e fez sugestões. Pedi 'una copa de viño argentino Septima (AR$33 / R$8)  y una água con gás (AR$22 / R$5), por favor '. O vinho veio em temperatura perfeita e em seguida me foi servido o 'cubierto' (AR$20 / R$4,90) que consiste em uma cesta de pães caseiros com salsa criolla (pronuncia-se crioja), chimichuri e manteiga. Os pães estavam tão bons  que comecei a sentir que aquele seria um almoço perfeito, chegaram à mesa com uma deliciosa crosta por fora e uma massa caseira quentinha por dentro.




Enquanto saboreava o vinho e me deliciava com os pães quentinhos observava as paredes do salão decorado com garrafas de vinho assinadas. No Don Julio, você bebe uma garrafa de vinho e ao sair deixa seu recado no rótulo e essa garrafa fica exposta nas prateleiras que estão abarrotadas de garrafas  assinadas por quem já passou por lá.

Eis que chega a estrela do almoço: a carne; um Bife de Chorizo Ancho de 400g (AR$112 / R$27) que estava mais que perfeito no ponto do assado, na altura do corte e principalmente no sabor, e que sabor... Um verdadeiro néctar do Deuses que me fez eleger Pepe como o Méssi das carnes!




O conjunto da obra: as paredes decoradas com garrafas autografadas pelos clientes, mesa com toalha de couro, o atendimento de Hernan, o vinho, os pães e a carne perfeita, fizeram do Don Julio um tango inesquecível, e o melhor, tudo isso a apenas 1h e meia de vôo de Florianópolis/SC.

A conta total saiu por AR$187, menos 20% que é o desconto do guia óleo, portanto AR$149,60 / R$36,65."

Ambiente: ♥♥♥♥
Atendimento: ♥♥♥♥♥
Preço: $$
Sabor: ♥♥♥♥♥


Don Julio
Endereço: Guatemala4699, 1425 - Palermo Soho. Buenos Aires - Argentina.
Telefone: +54 4832-6058
Horário de funcionamento: Todos os dia das 12h às 16h e das 19:30h às 01h.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Saboreando o Leitor: Alvear, Buenos Aires - Por Tadeu Knoth

No Saboreando o Leitor da semana passada, saímos um pouquinho de Floripa e demos um pulo em São José/SC (saiba mais). Hoje o blog foi ainda mais longe e chegou na capital dos nossos queridos hermanos, das milongas e do Malbec: Buenos Aires.

O viajante Tadeu Knoth nos conta sobre uma experiência gastronômica que realizou em abril deste ano:


"Hoje escrevo para deixar aqui minha experiência sobre um almoço no maravilhoso Alvear, em Buenos Aires. O Alvear foi Inaugurado em outubro de 1932, após 10 anos de construção e traz consigo o título de hotel mais premiado da América Latina. Possui os restaurantes L’Orangerie e La Bourgogne (um dos apenas dois restaurantes com o selo Relais & Châteaux, na América do Sul). Chama atenção a suntuosidade do Alvear, com jardim de inverno muito agradável e garçons que circulam pelo salão com suas luvas brancas carregando  louças que são de porcelana Limoge.

Sempre que vou,  meu horário de chegada é entre 11:30 e 12h. Nesse horário estou praticamente sozinho e consigo apreciar o ambiente,  sentir sua essência e ouvir a maravilhosa trilha sonora. Quando cheguei estavam terminando de arrumar o buffet. Dirigi-me para o meu lugar preferido: o salão L'Orangerie, com seu  adorável jardim de inverno. Pedi uma água com gás (no almoço me atenho apenas a bebidas sem álcool, afinal, depois ainda há uma tarde inteira para flanar pelas ruas, avenidas e parques da mais charmosa capital das Américas).



Depois de alguns instantes chega à mesa uma maravilhosa cesta de pães e crostata que eu adoro, mais  uma bandeja de prata com dois potinhos contendo patê e manteiga de primeiríssima qualidade. Depois de me deliciar com o couvert, me dirigi ao buffet de entrada, composto, dentre outras coisas, de lâminas de salmão defumadas, caviar negro, camarões médios, folhas  variadas e polvo com muito azeite de oliva.  Estava tão bom, que me vi obrigado a fazer um 'repeteco' do polvo. Quando voltei à mesa, estavam lá: talheres de salada novos, guardanapo novo e a água na taça até a altura do logo Alvear. O que me chamou atenção e que me fez enfatizar o serviço do restaurante como perfeito, foi o fato de em momento algum eu ter garçom em volta da minha mesa; eles são extremamente discretos e quando voltava do buffet, a minha mesa estava arrumada como no momento da chegada. É impressionante que parecem estar escondidos e ao mesmo tempo atentos a qualquer movimento nosso. Os talheres de salada são apenas um, mas eles observaram que repeti a salada e não apenas recolheram, mas colocaram novos na mesa.





O almoço principal tinha ojo de bife (afinal estamos em Buenos Aires e por lá carne é uma instituição), peixe e ravioli negro recheado. Fui direto no ravioli que de tão bom, mas tão bom, cheguei chamar por Jesusmariajosé.

Depois de uma pausa me dirigi à sobremesa, que para mim, é o ponto alto nos almoços do Alvear. As fotos dispensam comentários, qualquer item que você escolher, terá sido a melhor das escolhas.




Quando penso em pedir a conta, chega à mesa uma bandeja de dois andares com mini pâtisseries e um café acompanhado de açucareiros de prata, contendo açúcar branco, outro com açúcar mascavo e um pequenino com adoçante em pedras.




A conta:  AR$ 275 por pessoa ou R$68 (contando com o câmbio de AR$ 8 por um dólar) já incluso bebida, sem o serviço, que pra mim, é mais que perfeito."


Gostaria de agradecer novamente ao Tadeu por suas contribuições aqui no Saboreando Floripa. Faça como ele, fotografe e registre suas experiências e receitas e compartilhe no blog! Envie para: saboreandofloripa@gmail.com

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Freddo - Refrescando a tarde ensolarada de Puerto Madero / Buenos Aires / Argentina

Se tem uma coisa que sinto falta em Floripa é de sorveterias. Nesse ano surgiram novas opções, mas, mesmo assim, ainda acho que não existem muitos lugares para saciar a vontade de sorvete. A capital da Argentina é lotada de sorveterias. É incrível! Não vou exagerar e dizer que há uma em cada esquina, mas é quase isso. Dentre tantas, a mais famosa é, sem dúvidas, a Sorveteria Freddo. O sucesso é tamanho que a marca abriu franquias em São Paulo e pretende no ano de 2012 abrir lojas (a intenção é de 15 lojas) no Rio de Janeiro.

Desde 1969, a Freddo ganhou espaço entre os porteños e conquistou com facilidade os turistas. O sucesso está em seus sorvetes artesanais, diversos sabores, qualidade, organização e publicidade, claro. São 64 lojas espalhadas pela Argentina e tantas outras na Bolívia, Uruguai, Paraguai, Inglaterra e, agora, no Brasil.

Andando pelas ruas encontramos muitas, mas muitas mesmos, Freddo's. Achei diferente que, ao contrário do que estamos acostumados, as variedades de sorvetes não ficam expostas, mas, sim, atrás do balcão. Estranho, né? Apenas os balconistas conseguem ver os geladinhos.

O dia estava lindo em Puerto Madero e, caminhando pelas ruas, nos deparamos com uma Freddo. O cardápio era amplo, mas apenas um sabor estava na minha mente: doce de leite. Quem me conhece sabe que eu não sou nem um pouco fã de doce de leite, nem um pouco mesmo. É, minha gente, "nem um pouco" até me deliciar em Buenos Aires.

O esquema é equivalente as sorveterias do Mc Donald's, você paga, recebe um ticket e aguarda para ser atendindo. Passei vergonha no atendimento. Bem entendida, pedi: "Hola!. Una casquinha, por favor". Os balconistas se olham, começam a rir e falam: "cacetinha?". Hê-hê, muito engraçado. Até que descobri que a maldita casquinha se chama cucuruchu. Era eu quem deveria rir com um nome desses. Vergonha à parte, eu e meu namorado fomos na mesma pedida: casquinha de doce de leite (R$ 14,00) e uma águinha (R$ 3,00) para acompanhar.



Enorme!


Uma delícia, ainda mais com o solzão que estava naquele dia. Eu tive que penar para chegar até a parte da casquinha, pois tinha bastante sorvete, e não consegui comer tudo. Eu gostei muito. Para os amantes de doce de leite, é uma ótima pedida. Apesar do gosto maravilhoso, por ser muito doce, pode ser um pouco enjoativo.

Não pedimos, mas vi que existem complementos para os sorvetes, como amêndoa, nozes, granola, brownie em pedaços e calda de chocolate (R$ 2,00 cada um). Ah, eles também têm embalagens para levar (vimos várias pessoas passeando com um potão de isopor) e delivery. Excelente!
Pagamos R$ 31,00 e continuamos o passeio.





Ambiente: ♥♥
Atendimento: ♥♥♥
Preço: $$$
Sabor: ♥♥♥♥♥

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Madero Tango - Show e gastronomia em Puerto Madero/AR

Falar em Argentina é falar de tango. Dentre tantas opções de casas de show de tango em Buenos Aires, optamos pelo Madero Tango, pela sua ótima localização no moderno bairro de Puerto Madero. Sem dúvidas, esse foi o bairro que mais gostamos de visitar. Com estrutura inglesa, muitas opções de lazer, limpeza e segurança, Puerto Madero une tudo que Buenos Aires tem de melhor para oferecer aos turistas.

Entre muitos diques ao lado do Río de La Plata, está localizada a Puente de La Mujer, projetada por Santiago Calatrava e inaugurada em em 24 de agosto de 2001. A ponte apresenta forma pontiaguda e inclinada, toda pintada de branco. É um cartão postal não somente do bairro, mas também da cidade de Buenos Aires. Segundo informações, a ideia da ponte era a de homenagear as mulheres, tanto é que recebeu esse nome, buscando demonstrar uma bailarina de tango - quanta criatividade.


Puente de La Mujer




Apesar de que dentro do Madero Tango não conseguimos avistar a Puente de La Mujer (está localizada no Dique 3 e o restaurante no Dique 1), a vista para o rio é impecável com toda a sua iluminação.

O sistema da casa escolhido consistia em 1 garrafa de vinho branco, tinto ou espumante para o casal, entrada, prato principal e sobresema por pessoa. Optamos pelo vinho branco, Trapiche Varietal Chardonnay, e água para acompanhar. De entrada, concordamos e pedimos a Delícia Norteña: Empanada de Carne Cortada a Cuchillo y Típica Salsa Regional de Tomate. As empanadas estavam quentinhas e o molho um pouquinho picante, mas deu todo o diferencial da entrada.

O prato principal escolhido por mim foi o chamado De la Granja Litoraleña: Pechuga de Campo Rellena con Panceta, Finas Hierbas y Combinación de Quesos, Guarnecida con Risotto de Vegetales y Chutney de Mango y Peras, e o namorado ficou com El Clássico de Río Negro: Lenguado del Litoral Grillado con Flan de Espinacas y Tapenat de Pistacho y Bacon. Eu não cheguei nem à metade do prato, pois era super-bem-servido (vejam as fotos). O risotto poderia ter ficado um pouco mais em cozimento, estava praticamente al dente. Tem quem goste, mas para mim, nada como um risotto bem macio e cremoso. Já, o namorado, não deixou nem um pedacinho de linguado para contar história, mas também não conseguiu terminar o purê e flan de espinafre.



Delícia Norteña




De la Granja Litoraleña



El Clássico de Río Negro


Entre garfadas e mais garfadas, uma parada para assistir ao espetáculo, que estava excelente. Um mix de tradicionalismo e modernidade, que coseguiu emocionar a platéia com a apresentação de bailarinos perfeitos, bandas e cantores de tango. Ao som de Carlos Gardel, acabamos com o vinho e era hora de partir para a sobremesa. Concordamos novamente e ambos pediram o Bien Criollo y Biens Porteño: Cheescake de Dulce de Leche. É uma pena que eu não tenha batido foto para vocês terem noção dessa delícia do céu. Não deu nem tempo. Melhor sobremesa da viagem, fato! Nossa, me deu água na boca só de lembrar. Cheescake cremoso, com base de bolacha de chocolate e cobertura de doce de leite e raspas de chocolate branco. (Acho melhor eu parar por aqui. Estou quase atacando a geladeira.)

Para quem está em Puerto Madero, Madero Tango é parada obrigatória.

Pagamos no total R$250,00 (R$125,00 por pessoa) e fomos bater pernas pelo bairro, atrás  do Asia de Cuba.


Fonte: Madero Tango
Bailarinos. Fonte: Madero Tango





Fachada






Ambiente: ♥♥♥♥♥
Atendimento: ♥♥♥
Preço: $$$$
Sabor: ♥♥♥♥
Madero Tango: Alicia Moreau de Justo y Brasil, Dique 1 - Puerto Madero. Buenos Aires, Argentina.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Sucre - Para aquecer a noite de Buenos Aires / Argentina

Continuando a saga Buenos Aires, a programação de nossa primeira noite na cidade informava um restaurante localizado em um bairro um pouco afastado do Centro (onde estávamos hospedados), Belgrano. O Sucre estava na top list de todas as indicações para turistas que visitarão a capital porteña. O caminho de taxi foi longo, talvez o taxistia tenha nos enrolado um pouquinho, mas chegamos. A fachada com grandes vidros não conseguia ilusrar as surpresas que nos aguardavam.

Ao entrar, presenciamos um local perfeito, com iluminação baixa, som ambiente (Dj's tocam aos finais de semana), muitos atendentes e decoração contemporânea.

Nos encaminhamos até uma mesa, no formato cadeiras e sofá/banco (vocês perceberão que acabo sempre escolhendo esses lugares). Fomos recebidos com um couvert de cestinha de pães e um patêzinho, mas não demos bola e fomos direto à carta de vinhos. É importante ressaltar que, enquanto líamos as descrições dos vinhos, estávamos bem atentos ao clima que o ambiente proporcionava. Mesas com velas, pessoas falando baixo e flores.

Infelizmente nossa escolha de vinho não estava boa. Recusamos após provar e averiguar que estava com acidez elevada. Chamamos a sommelier, que após degustar, confirmou a nossa queixa e nos ofereceu outra sugestão de vinho Malbec que chegou rapidinho e, dessa vez, delicioso com uma garrafa de água bem gelada para complementar.

Como não fazia muito tempo que havíamos nos deliciado no Café Tortoni, a fome não estava grande. Dentro de um cardápio recheado de gostosuras, assindado pelo Chef Gonzalo Sacot, pedimos, sem erro, o Pulpo español a la parrilla, acompanhado de papas y cebollas confitadas, hojas verdes y pimentón dulce ahumado.


Detalhes



Entre conversas, muitas risadas e fotos, reparei que a adega estava localizada bem ao centro do salão. Dá para acreditar que só percebi isso depois da primeira taça de vinho? Olha que não era nem um pouco pequena.

O garçom chegou chegando com nosso pedido e, hummmm, o aroma estava delicioso. O polvo estava bem servido e macio, com um gostinho que não consigo explicar, mas lembrava muito uma chapa de parrilla (um tanto quanto óbvio. Qual é o nome do prato mesmo? rs). As batatinhas estavam temperadas no ponto exato, e digo o mesmo para a salada. Após o primeiro pedaço, foi uma sequencia interminável de "Hum...", "Muito bom", "Que gostoso".


Decoração e iluminação proporcionando um clima agradável



Pulpo español a la parrilla



Além da cozinha saborosa, o atrativo do Sucre é, certamente, a enorme parede com bebidas. Essa parede chama atenção de todos que entram no recinto e é um show a parte. Por cima do bar havia uma passarela com grades, que era o acesso aos toilettes. Claro que tive que conferir a sensação de caminhar por ali. É muito interessante ter a vista do restaurante todo, ver os cozinheiros preparando os pratos e a sensação de poder quase esticar os braços e encostar nas garrafas de todos os tipos de bebidas.








Fonte: Destemperados







Namorado na passarela dos sonhos





Satisfeitos e alegríssimos, um pouco embriagados, nos despedimos do Sucre com a despesa de R$100,00, e partimos rumo a um bar nas ruas agitadas de Palermo.








Ambiente: ♥♥♥♥♥
Atendimento: ♥♥♥♥
Preço: $$$$$
Sabor: ♥♥♥♥♥
Sucre: Sucre, 676. Buenos Aires - Argentina.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Café Tortoni - O clássico café de Buenos Aires

Café Tortoni é parada obrigatória para quem visita Buenos Aires. Fundado em 1858, o ambiente é todo decorado e pra lá de aconchegante. É um verdadeiro patrimônio cultural, com um amplo salão, sala de exposições, biblioteca e até mesmo um espaço para espetáculos - quando fomos ao café, estava acontecendo um show de tango. Percebemos que o local é bastante procurado, não apenas por turistas, mas pelo povo local também. Tivemos sorte e não precisamos esperar por muito tempo até vagar uma mesa para dois.
Contemplamos o ambiente e analisamos o cardápio. A minha escolha foi o Acadêmico Tortoni (pão de miga tostado na manteiga, presunto, queijo e tomate) e um café com leite. O tostado estava uma delícia e só consegui comer metade dele (deu para imaginar o tamanho, né?), já o cafézinho, foi bebido até o último gole. Muito bom, acompanhado de uma bolachinha. A pedida do namorado foi um sanduíche de parma com queijo, e capuccino. Eu provei, estava muito bom, apesar do "jamón crudo" estar bem salgadinho.

Sanduíche

Tostado
Salão principal


Pacotinho de açúcar personalizado


Mesa completa com café e capuccino


Depois da refeição, passeamos pelas salas do café. Tudo muito lindo e bem cuidado. Com copinhos de água gelada e muitas fotos, nos despedimos do tradicional Café Tortoni. Não me recordo perfeitamente, mas creio que não gastamos mais que R$60,00.







Ambiente: ♥♥♥♥♥
Atendimento: ♥♥♥
Preço: $$$$
Sabor: ♥♥♥
Café Tortoni: Avenida De Mayo, 825. Buenos Aires -Argentina.

La Cabrera - Magnifica parrilla em Palermo, Buenos Aires

Semana passada viajei com o namorado para Buenos Aires. Como era de se esperar, construi um roteiro de viagem totalmente gastronômico. Como turistas, uma das refeições indispensáveis seria a tradicional parrilla porteña, portanto investiguei, investiguei até chegar ao famoso La Cabrera. O restaurante fica em Palermo, um bairro cheio de boas opções gastronômicas. Andando pelas ruas, vi vários cafés bonitinhos, principalmente os franceses com decorações de apertar o coração.

Após um pequeno trajeto de táxi, chegamos ao endereço indicado e, por azar, estava fechado. Nossa cara de desânimo foi nítida, afinal estávamos quase azuis de fome (era lá pelas 13:30hrs). Para a nossa surpresa, o La Cabrera tem duas casas no bairro, sendo uma ao lado da outra. Oba!

Não precisamos esperar e fomos encaminhados até uma mesinha no segundo salão (pelo que reparei são 3). O couvert apresentava palitinhos e pãezinhos de trigo e algumas opções de patês e molhos que agora não me recordo os sabores. Os pratinhos em forma de boi já nos indicavam que aquela tarde valeria a pena. Foi quando olhamos para o ambiente e nos deparamos com uma placa iluminada que remetia aos cortes de boi e porco, de uma forma bastante dinâmica. Em coro: "Que Bacana!".


Fonte: La Cabrebra

Pratinho fofo


Recebemos o cardápio e, sem hesitar, pedimos um bife de chorizo, quando, de repente, vi chegar à mesa ao lado uma linguicinha muito atraente, o que bastou para pedirmos meia linguiça. Esta chegou primeiro, juntamente com a Heineken geladinha. A linguicinha vinha acompanhada de dois potinhos fofos, um de vinagrete e outro de chimichurri. Deliciosa!

Eu estava quase satisfeita quando o garçom (nada educado, por sinal) depositou em nossa mesa, a materialização do sonho de qualquer carnívoro: um bife lindo, alto e suculento. Achei os acompanhamentos um tanto quanto exóticos. Molhos de tomate seco, azeitonas pretas e outro de queijo, um potinho com milho com um molho agridoce (diferente, porém gostoso), purê de batata, creme de abóbora e um delicioso mix de cebolinhas em conserva e alho em um molho sensacional - devoramos. Saladinha de folhas verdes, pepino e tomate com molho rosè, e creme de limão. Além disso, uma panelinha simpática contendo omelete com asparagos.

Apesar de não ser a maior fã de churrasco, me deliciei com tudo que estava sendo oferecido.
Os brasileiros realmente precisam saber preparar uma carne tão saborosa quanto essa.

Essa foto conseguiu dar uma noção da altura da carne

Detalhe para os acompanhamentos



Com mais uma cervejinha ou outra e pirulitos para adoçar o dia, saímos agradecidos pela existência do La Cabrera e, claro, mais pesados, pagando a conta no valor de R$170,00.


Fachada




Ambiente: ♥♥♥♥♥
Atendimento: ♥
Preço: $$$$$
Sabor: ♥♥♥♥♥
La Cabrera: José Antonio Cabrera, 5099. Palermo Soho, Buenos Aires - Argentina.