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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Almoçando no Ponto G Brasa & Fogão



Fiquei tão feliz quando recebi uma mensagem de Cláudio me convidando para almoçarmos juntos em plena quinta-feira. Quebrar a rotina às vezes é bom, mesmo tendo pouco tempo para isso, já que as horas estavam contadas.

Escolhemos almoçar em meu bairro predileto. O escolhido foi o já frequentado Ponto G Brasa & Fogão. Foi nosso terceiro almoço no restaurante. A primeira experiência foi ótima, comemos um polvo delicioso, mas na segunda, o Prime Rib que pedimos chegou à mesa totalmente fora do ponto escolhido.

Pedimos bolinhos de bacalhau de entrada, escolha mais que feliz. Seis unidades macias, bem recheadas e com casquinhas crocantes (R$31), acompanhadas de uma mistura de azeite de oliva e limão que casou bem com o aperitivo. Fazia tempo que não pedíamos bolinhos de bacalhau e esses, que atualizaram nosso paladar, foram aprovados. Para beber, chopp artesanal de trigo da Bierbaum (600ml - R$22) para o namorado e uma taça de vinho branco (R$18) e água sem gás para mim.

Aguardamos a chegada do prato principal apreciando a bela vista. Apesar do dia cinzento, a beleza de Santo Antônio de Lisboa continua a mesma. Chopp bom, vinho gelado... De nossa mesa acompanhávamos Vitor Gomes preparando nosso pedido que chegou à mesa exatamente no ponto em que pedimos: selado. O eleito foi o Pavê de atum (R$160) que estava uma coisa de louco! Conseguiu ser ainda mais gostoso que o polvo, ambos preparados na brasa e acompanhados por batatas calabresa assadas, salada mista, arroz, farofa crocante, legumes assados (quiabo, abobrinha, pimentões, berinjela...), vinagrete e chimichurri, acompanhamentos que podem ser repetidos à vontade.







O atum estava alto e lindo, temperado com raspas de limão siciliano, alho, cebolinha fresca etc., e no prato também um molho apimentadinho. De lamber os dedos. Um prato que serve duas pessoas, mas como pedimos entrada, sobrou um pouco que foi levado para casa.

O Ponto G Brasa & Fogão não é um restaurante barato, mas ficamos totalmente satisfeitos com o nosso almoço, apesar do preço salgado (R$234,00 sem 10% que foi pago por fora [somente dinheiro]), ainda mais para uma ocasião dia-a-dia. São poucos restaurantes de frutos do mar que oferecem atum, facilmente encontrado em casas de sushis. Foi a primeira vez que experimentamos atum na brasa e, por sorte, uma experiência memorável.

Ambiente: ♥♥♥♥
Atendimento: ♥♥♥♥♥
Preço: $$$$$
Sabor: ♥♥♥♥♥


Ponto G Brasa & Fogão
Endereço: Rua XV de Novembro, 18 - Santo Antônio de Lisboa. Florianópolis/SC.
Telefone: (48) 8815-0608
Horário de funcionamento: De terça a sábado das 11:30h às 23:30h. Domingos das 12h às 16:30h.
Aceita cartão: Sim
Estacionamento: Valet

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Falah Coffee & Store - O novo árabe de Florianópolis

Nesta semana o Saboreando esteve cheio de novidades, né? Sushi novo no Centro, sorteio, Restaurant Week... Para encerrar a semana, que tal mais uma? Conheça o recém-inaugurado Falah Coffee & Store.


Esses dias postei em meu Instagram pessoal uma foto bebendo turkish tea e fiquei nostálgica. Nunca fui - e acredito que nunca serei - uma devota ao chá, mas quando estivemos na Turquia, me vi obrigada a penetrar pelo menos um tiquinho nos costumes locais. Absolutamente todos bebiam o chá em copinhos lindos de vidro trabalhados. Foram copinhos e mais copinhos de chá de maçã e romã.

Decidida a encontrar algum local para beber o tal chá turco em Florianópolis, fuçando dados no Google, acabei descobrindo um restaurante árabe no Centro da cidade, em plena Tenente Silveira. Como assim? Eu passo por essa rua sempre e nunca tinha visto a novidade.

Anotei o endereço certinho e me programei de ir almoçar no Falah Coffee & Store logo após o trabalho. Ia sozinha mesmo, porém acabei levando a sorte de uma amiga estar disponível que me acompanhou nesse almoço.

Entendi o porquê de não ter visto o restaurante anteriormente. Está localizado acima da loja Cia da Moda, no mesmo prédio em que há a Auto-Escola Brinhosa. É preciso olhar para cima. Se você é daqueles que, como eu, está sempre conectado ao celular respondendo e-mails, vendo agenda, etc., não deve tê-lo reparado, já que andamos digitando, sempre de cabeça baixa. Tempos modernos.

O Falah é lindo. Nem dá para acreditar que estamos no Centro. Inaugurado há pouco mais de um mês, o local mistura gastronomia, objetos de arte, decoração, jóias... Vi jóias lindíssimas de ouro, prata e pedras, pashminas, louças e bandejas. Tive vontade de ter tudo aquilo, mas voltei à realidade. A única coisa que teria seria uma refeição.

Enquanto aguardava minha amiga, questionei ao atendente se teriam chá turco. Ele respondeu que não seria precisamente o turkish tea, mas que trabalhavam com um chá semelhante ao preto, com especiarias. Eu aceitei a sugestão e bebi exatamente o que ele havia informado: chá preto. Nada se pareceu com aquele que eu pretendia tomar, mas valeu a experiência.

O cardápio é deveras conciso, sendo 90% quitutes árabes, um croissant aqui e um petit gateau ali só para complementar. São 4 opções de pratos principais: Kafta guarnecido com hummus, pimentões e cebola grelhados, e pão árabe (R$15); Sish Taouk que muda o kafta por frango (R$15), Falah Combo - 1 pessoa: kibe, falafel, hummus, coalhada, moutabal, salada de tomate e pepino, e pão árabe (R$20), e a nossa escolha, Falah Super Combo.

O Falah Super Combo serve bem duas pessoas. É composto de 6 falafel, 2 kibes, 2 kaftas, coalhada, hummus (pasta de grão de bico), moutabal (pasta à base de berinjela defumada, iogurte e hummus), salada de tomate e pepino, e pão árabe (R$45).










Falafel são bolinhos de grão de bico e especiarias que já falei aqui. Sozinhos não tem graça, é preciso mergulhá-los nas pastinhas, das quais a combinação com a coalhada foi a que mais me agradou. Coalhada e hummus muito gostosos, porém, o moutabal não foi dos melhores, estava um tanto amargo, creio que a berinjela defumada ficou no fogo tempo de mais, embora a bonita apresentação.

O kibe que leva carne e nozes estava crocante e macio, mas achei a proporção de carne pequena para o tamanho do salgado. Adorei que serviram uma porçãozinha de azeitonas pretas! Isso me lembrou dos cafés da manhã que eu tanto estranhava em nossa viagem... Sempre serviam azeitonas pretas e tomares frescos picados.

Adorei a saladinha suave, misturada com iogurte. Preparei "kebabs" com fatias de kafta, salada e molhos em pão sírio. Coisa bem boa. A kafta, os pãezinhos e a colhada foram os itens que mais gostei no almoço. A carne no palito estava bem temperadinha, úmida e saborosa. Creio que o Kafta-prato, acompanhado de pimentões e cebola, deva ser uma boa pedida.






O atendimento foi regular. Precisei olhar e fazer sinal algumas vezes para os funcionários, mesmo com apenas três mesas do restaurante ocupadas. A montagem dos pratos estava impecável. Come-se muito bem com os olhos, mas achei que a beleza é maior que o sabor. Tudo que provei estava gostoso, mas nada se ressaltou, exceto a deliciosa coalhada. Em comparação aos demais restaurantes árabes em Floripa, fico, por enquanto, com o tradicional Kaffa e o libanês Marhaba no quesito sabor. Em se tratando de ambiente, beleza e apresentação dos pratos, sem dúvidas o Falah é superior. Na minha compreensão, cumpre e faz bonito o papel de ser um restaurante para o dia-a-dia. Almoçar em seu belo e amplo ambiente fará você se desligar da correria que é o Centro da cidade, sem contar que os pratos são em conta.

Para quem procura ou curte decoração oriental, uma passadinha sem pressa no Falah para conferir seus produtos e conhecer seu cardápio pode ser um programa bacana.

 


Ambiente: ♥♥♥♥♥
Atendimento: ♥♥
Preço: $
Sabor: ♥♥♥


Falah Coffee & Store
Endereço: Rua Tenente Silveira, 200, sala 6 e 7 - Centro. Florianópolis/SC.
Telefone: (48) 3039-4448
Horário de funcionamento: De segunda a sexta das 09:30h às 19h.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Cantina Sangiovese para um almoço tranquilo em Santo Antônio de Lisboa

Voltávamos da Praia Brava (Florianópolis) e estávamos em busca de um restaurante com comidinha gostosa para um almoço chuvoso de domingo. Optamos pela Cantina Sangiovese para almoçarmos uma massa bem quentinha.

O estacionamento é amplo, o que garante ao restaurante vantagem em relação a outros na mesma região de Santo Antônio de Lisboa - que não vou repetir ser meu bairro favorito, prometo. Poderíamos sentar nas poucas mesas da varanda coberta, mas preferimos uma mesa cativa dentro do salão, no finalzinho, ao lado direito de quem entra.

Fomos atendidos por um funcionário que não conhecíamos, não tão simpático quanto outros que estávamos acostumados. Como já passamos pela Cantina diversas vezes, sei que o atendimento do restaurante geralmente é de ótimo para cima, portanto, não me abalei. Fomos logo pedindo um vinho argentino Las Moras Malbec 2012, 375ml, pois depois teríamos compromissos. O escolhido foi suficiente e estava gostoso, tanto que optamos por beber o mesmo vinho dias depois em jantar na Forneria Catarina.

Juntamente com o vinho, veio a entrada que escolhemos, Caponata Italiana (R$22) feita com cebola, abobrinha, pimentão, etc. e muito azeite. Uma caponata diferente das que estamos acostumados a comer, com vegetais cortados em tirinhas e sabor extremamente leve. Boa pedida para comer com pãezinhos e vinho, bem como fizemos.






Relutei para não pedir meu prato favorito da Cantina, o Spaghetti de funghi acompanhado de filé mignon recheado com tomate seco e gorgonzola (R$92), já que é o que sempre peço por lá. Estava na hora de algo novo. Nem tão novo assim... Na verdade, escolhemos o Fettuccine de manjericão com paleta de cordeiro (R$92) que já tínhamos experimentado em um jantar degustação na Sangiovese. Como na outra vez foi uma porção pequena, consideramos essa a nossa primeira real experiência com o prato que chegou à mesa exalando fumaça e aroma.






A massa estava incrível, servida al dente. A paleta estava em um corte diferente, com a carne se desmanchando e super suculenta. Aliás, molho é o que não faltou. Adoro isso. Nos deliciamos e em nenhum momento me arrependi da escolha. Um prato que está no mesmo nível do mignon que ainda não deixou de ser meu queridinho.





Comemos bastante, repetimos algumas vezes e mesmo assim sobrou. Não muito, mas sobrou o suficiente para uma refeição contida. Pedimos para levar para casa, mas acabou que esquecemos na mesa a nossa sacolinha. Poxa vida.

Estávamos mais que satisfeitos, prestes a ir embora quando fomos agraciados com uma gostosa sobremesa de nosso amigo, o Chef Helton Costa que deu uma passada rápida em nossa mesa para nos dar boas vindas e trocar algumas palavras, assim como o também proprietário e sempre gentil Alberto Wirth.

Cerca de R$160 pagaram nosso almoço.




Ambiente: ♥♥♥♥
Atendimento: ♥♥♥
Preço: $$$$
Sabor: ♥♥♥♥♥


Endereço: Rua Padre Lourenço Rodrigues de Andrade, 496 - Santo Antônio de Lisboa. Florianópolis/SC
Telefone: (48)3371-1200
Horário de funcionamento: Terça a sexta das 19:00h às 24:30h. Sábado:  12:00h - 16:30h / 19:00 - 24:30h. Domingo: 12:00 - 16:30h.
Estacionamento: Sim
Aceita cartão: Sim

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Santa Figueira da Ilha da Magia

Quando o assunto é onde comer frutos do mar em Florianópolis, as primeiras opções que vêm em minha mente são: Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha. Não só pela oferta de bons restaurantes, mas muito pela leveza que os bairros me passam e, claro, pela beleza de ambas bucólicas regiões. Ir a um desses dois bairros para almoçar é um programa comum em meus finais de semana, principalmente se o céu estiver ensolarado.

Os restaurantes do Ribeirão são ótimos em geral. Geralmente tenho boas experiências por lá, seja no quesito atendimento como também sabor de pratos. Fomos os primeiros a falar sobre a Osteria Umas & Ostras, grata descoberta em 2012; contamos sobre uma longa tarde no Vila Terceira, visitamos o clássico Ostradamus, e adoçamos nossas tardes no Café Tens Tempo e na Brigadeira Amoriko. E a ostrentação com a "sequência de ostras" no Porto do Contrato, quem se lembra? Hoje contamos sobre mais uma experiência com sequência, não de ostras, mas não menos pomposa de um restaurante que, inclusive, já falamos por aqui, o Santa Figueira





Muita gente certamente já passou batido pelo Santa Figueira, pois sua entrada é relativamente discreta. Fiquem atentos, pois vale a pena descer a rampa ou degraus até entrar no restaurante. A área externa é a pedida para dias ensolarados e, como praticamente todos concordam comigo, é bom fazer reserva para escolher a melhor mesa.

Rapidamente recebemos cortesia da casa (2 porções, pois estávamos em 8) composto por pão artesanal, produzido ali mesmo, caponata de berinjela, pesto e pastinha de ricota. Estava uma delícia, principalmente a caponata. Como entrada, 2 porções (12 un. cada) de ostras ao bafo cozidas com ervas finas e champagne (R$30).





As ostras estavam maravilhosas, bem fresquinhas. Vieram acompanhadas de um molhinho delicioso de gengibre ralado, outro de acerola e outro apimentado. O que demorou mesmo foram as bebidas. A espera foi cansativa e chegamos a reclamar com o garçom. A mesa ficou colorida quando chegaram as diversas caipirinhas: limão, morango, kiwi com morango e a que bebi, de frutas vermelhas. O sabor era exótico e só aos poucos, bebendo, deparei-me com dois paus de canela enormes dentro do copo. Era esse o toque diferenciado. Como gosto do sabor da canela, não achei ruim, porém, na minha opinião, não deveriam ter acrescentado a especiaria sem consentimento do cliente, uma vez que o ingrediente não consta na descrição da bebida no cardápio. Retirei a canela do copo, pois o sabor e aroma já estavam marcantes e, sabem o que acrescentei e deu super certo? Gengibre.

O primeiro prato já estava escolhido, seria o Polvo Thay, justamente o prato que nos fez dar boas recomendações sobre o restaurante após visita anterior. O Polvo Thay é inteiramente empanado em panko e frito à red curry, acompanha arroz ao leite de coco com alho e brócolis, e geleia de pimenta (R$130). Veio até com rostinho.







Extremamente crocante e macio, como lembrávamos.

Se na primeira vez tivemos que escolher o polvo, dessa vez ficamos com os dois do cardápio. O segundo prato foi o Polvo Laqueado flambado no saquê, com redução de acerola e limão siciliano. Chegou à mesa em uma coloração de dar água na boca, também acompanhado de arroz, seu próprio molho e molho de acerola (R$130). Esse polvo possui sabor adocicado e estava igualmente macio. Sinceramente, não sei dizer qual foi o favorito, pois apesar de ambos se tratarem de polvo, os sabores estavam totalmente distintos. 




O terceiro prato faz jus a minha introdução: Sequência de camarão.  Como é um prato de preço elevado (R$220), espera-se fartura, mas no Santa Figueira, além de quantidade, qualidade. A sequência é composta de camarões enormes, como eu nunca havia visto em qualquer outro restaurante na quantidade oferecida, ao bafo, alho e óleo, crocantes com golden curry e empanados no panko, além de um risotto de camarão muito gostoso.



Todos elogiamos o tamanho do camarões, também notável o frescor, porém concordamos que todos estavam sem sal, inclusive o último pedido que chegou à mesa, as lulas à dorê. Pedimos sal à parte e o problema foi resolvido. Acredito que se a experiência tivesse sido negativa desde o início, se os pratos fossem preparados e servidos de qualquer jeito, esse pequeno deslize tomaria outras proporções que poderiam nos fazer até a não irmos mais ao restaurante. Porém, como foi justamente o contrário, o almoço estava sendo digno de final de semana, pouco nos abalou. Como falei, jogamos um salzinho por cima e tudo certo.





Ao final, chef Beto passou de mesa em mesa e desculpou-se pela demora dos pedidos, disse que teve que se virar nos 30', porque funcionários não foram trabalhar. Esperamos que em nossa próxima visita ao Santa Figueira tudo saia nos conformes, pois é um restaurante encantador.


Ambiente: ♥♥♥♥♥
Atendimento: ♥♥♥♥
Preço: $$$$$
Sabor: ♥♥♥♥♥


Endereço: Avenida Baldicero Filomeno, 6300 - Ribeirão da Ilha. Florianópolis/SC.
Telefone: (48) 3337-0598
Horário de funcionamento: De segunda a quinta das 17h às 24h. Sexta a domingo das 12h às 24h.
Aceita cartão: Sim
Estacionamento: 2 vagas.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Sequência de camarão no Restaurante Carlinhos

Fazia um tempão que eu queria conhecer o Restaurante Carlinhos. Claudio sempre vai almoçar por lá com o pessoal do trabalho em dias de semana e me envia uma foto para deixar com inveja ou simplesmente diz no Whatsapp: "Carlinhos". Verdade seja dita, ele conseguia.

O Carlinhos está localizado no Canto da Lagoa, próximo a outros restaurantes que já conheço, como o Amarante, Deca, Mar Massas e Pátio Salvoro. Desde 1993, o restaurante do Seo Carlinhos é familiar, possui ambiente bem simples e oferece comida caseira. Vive lotado aos finais de semana, sendo as mesas da área externa em frente ao deque as mais cobiçadas.




Cerveja é o que se bebe (R$9,50 - 600ml) bem gelada em frente à lagoa. O prato mais pedido? Sequência de camarão. Já falei aqui sobre o meu preconceito com as "sequências de camarão" que raramente são gostosas do início ao fim, mas a do Carlinhos foi mais uma descoberta positiva que tive.

Escolhemos a Sequência de Camarão 1 (R$91). Primeiro chegam os bolinhos de siri, algo que raramente deixo de pedir quando vou em restaurantes de frutos do mar.




O namorado cogitou a hipótese de trocarmos o camarão ao bafo por mais à milanesa, mas eu não quis. Apesar da lambança de camarões ao bafo promovem, adoro comê-los assim, pois sentimos totalmente o seu sabor. Ainda bem que não os deixamos de lado, pois estavam tão gostosos e também mais frituras estavam por vir: camarão à milanesa, ao alho e óleo, batata frita...




Todas as porções estavam saborosas, mas o ao alho e óleo merece destaque. Estava bem salgadinho, mas tão crocante, fácil de comer com rabo e tudo. Geralmente comemos bastante camarões e quando chega a hora do peixe, ele fica praticamente indispensável, porém como tínhamos opção do peixe ser tainha, guardamos espaço na barriga para ele. Escolhemos uma tainha grelhada que estava muito boa, bem fresquinha e carnuda. É só espirrar limão e ser feliz. Ah! Com batata frita, arroz, feijão, salada e molho de camarão que pedimos para vir separado.




Um restaurante para ir sem pressa, opção bacana de onde comer sequência de camarão em Florianópolis. Fica como dica encerrar o almoço arrematando uma cachacinha.



Ambiente: ♥♥
Atendimento: ♥♥♥
Preço: $$
Sabor: ♥♥♥♥


Endereço: Rua Januário da Silveira, 2469 - Canto da Lagoa. Florianópolis/SC.
Telefone: (48) 3232-0456
Horário de funcionamento: Domingo das 11h às 18h. Segunda a sábado das 11h às 22:30h.
Aceita cartão: Sim
Estacionamento: Sim