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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Visita à Villa Francioni - Degustação de vinhos

Depois de uma excelente dica de onde se hospedar em Bom Retiro e diquinhas de Urubici, vamos para mais um post sobre a Serra Catarinene.

Um programa bastante procurado pelos turistas quando vão à Serra Catarinense é a visita às vinícolas. São vinícolas grandes e pequenas, antigas e recentes. Uma das mais cogitadas em São Joaquim é a Villa Francioni, idealizada por Manoel Dilor Freitas, antigo empresário do ramo da cerâmica, que faleceu antes mesmo da inauguração. O nome da vinícola foi uma homenagem de Dilor para sua mãe, mantendo vivo o sobrenome materno "Francioni". O lugar é lindo e remete ao amor à arte do proprietário, visto em móveis e objetos.

Paga-se pela visita guiada  R$30 que à posteriori podem ser revertidos em produtos. Os visitantes são recepcionados em uma sala onde é apresentado um vídeo sobre a história da vinícola e depois inicia-se o passeio guiado. A melhor parte, claro, fica para o final: a degustação. Espumantes, brancos, rosés e tintos... Depois de degustar é só escolher seus favoritos e arrematar garrafas para levar casa a preços especiais.









Uma boa dica de o que fazer em São Joaquim.


Villa Francioni
Endereço: Rodovia SC 438, Km 70 - São Joaquim. Santa Catarina/SC.
Telefone: (49) 8801-8382
Horário de funcionamento: Todos os dias com três opções de horários (10h, 13:30h e 15:30h).

segunda-feira, 30 de junho de 2014

A Taberna Bistrô - Restaurante em Urubici / Serra Catarinense

Já contei para vocês sobre A Taberna Bistrô, um restaurante charmoso em Urubici, boa opção de restaurante na Serra Catarinense. Minha primeira experiência estava muito boa até chegar o meu prato principal, um escondidinho de pinhão que não aprovei. Mas, como o prato de Claudio estava gostoso (truta defumada), saí de lá desanimada, mas com vontade de voltar. 

Um dia em Urubici, depois de não me encantar por nenhum outro restaurante da região devido ao fato de serem todos buffet, retornei à Taberna. Estava com uma vontade incontrolável de comer massa, mas infelizmente durante o almoço não tinham opções de massas no cardápio. Conversei com a atendente que tinha ido ali especialmente para uma massinha, ela conversou com a cozinheira e depois voltou fazendo sinal de positivo. 

Almoçar n'A Taberna é gostoso, mas jantar por lá é ainda mais aconchegante, o lugar é uma gracinha.




Como saindo dali iríamos bater pernas pela cidade, evitei o vinho e tomei água, mas o namorado bebeu duas cervejas naquele frio!




 Escolhemos um prato bem gordinho para esquentar e que eu já havia batido os olhos no cardápio do jantar, o Spaghetti com filé mignon ao molho de tomate e gorgonzola (R$48). Jurávamos que seria uma massa com pedacinhos de filé e ficamos espantados quando os pratos chegaram. Como havíamos sido informados era um prato individual, pedimos dois, mas foi um exagero. Vieram dois pratos individuais de spaghetti que estavam em tamanho adequado para uma pessoa, mas acompanhado de outra panelinha com dois filés grandes cada e molhos borbulhantes. É tão bom comer sem culpa e sem se preocupar com a quantidade, né? Não sou a favor do exagero, mas é melhor sobrar do que faltar.




Na verdade, Claudio comeu todo o seu prato, mas eu deixei metade da massa e outro filé sobrarem. A massa era comum, mas o filé estava bem macio e suculento. Senti falta do gorgonzola no molho, estava bem suave, mas gostei mesmo assim. Queijinho fresco ralado na hora para cobrir tudo, coisa boa.

Fiquei bem mais satisfeita esse prato do que da outra vez. A Taberna é um restaurante fofo que serve comidinhas simples e aconchegantes.

Ambiente: ♥♥♥♥♥
Atendimento: ♥♥♥♥♥
Preço: $$$
Sabor: ♥♥♥

A Taberna
Endereço: Avenida Prefeito Natal Zilli, 3330 - Urubici/SC.
Telefone: (49) 3278-5121
Aceita cartão: Não
Estacionamento: Sim

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Saboreando a Serra Catarinense: A Taberna

O primeiro jantar de nossa viagem à Serra Catarinense já tinha sido reservado uma semana antes de partirmos. Reservei uma mesa para dois no restaurante A Taberna, localizado logo na entrada de Urubici.




Por conta da neblina, custamos um pouco a achar a casinha charmosa e convidativa. Estacionamos o carro no estacionamento próprio do restaurante e fomos recebidos e encaminhados até nossa mesa.

Quando chegamos, os 26 lugares não estavam totalmente ocupados, mas quatro mesas estavam com clientes e, pelo espaço ser pequeno, pensei que foi uma excelente ideia ter garantido o nosso cantinho. O ambiente é extremamente acolhedor, com luz baixa, lareira, perfeito para a ocasião e para o frio que fazia na noite.

Além de bistrô, A Taberna é também uma pousada com poucas cabanas. O atendimento é direto: pratos elaborados pelo proprietário Fernando Moniz e restaurante comandado pela sua esposa, Elizabeth Queiroz.






Escolhemos um vinho tinto para aquecer e voltamos nossa atenção para o cardápio. Um dos motivos que me fez querer ir à Taberna foi o Menu Degustação de pinhão, mas, infelizmente não estava disponível. O motivo eu não sei, afinal, era plena alta temporada. Então, foi assim: juntos escolhemos uma entrada e cada um escolheu seu prato.

Entrada em comum acordo: Pinhões puxados no azeite (R$22).




Que coisa mais deliciosa! Se você gosta de pinhão, pode pedir sem medo. Os pinhões são cortados finamente, lambuzados com azeite e assados na chapa. O sabor é muito bom! As sementes ficam com uma casquinha crocante de sal, sendo os pedaços menores os mais saborosos e disputados.

Mantive o foco no pinhão e pedi um escondidinho de pinhão (R$44) como prato principal. Porém, não tive a mesma impressão causada pela entrada. Não gostei do prato, nem um pouco. Era composto de pinhão, carne seca e requeijão, como constava no cardápio, mas em minha mente fantasiosa, imaginei uma massa feia com pinhão, mas, não. Eram pinhões inteiros e pedaços de carne seca mergulhados no requeijão e nada mais. O namorado também não gostou e consideramos que não vale a pena pedi-lo, pois, além de ser super simples, é um tanto quanto enjoativo.




Claudio acertou. Que coisa! Detesto quando ele pontua mais que eu, rs., e isso vem acontecendo bastante, já repararam? Acertou em cheio ao pedir um filé de truta defumada com molho holandês (R$56). O prato tem boa apresentação e sabor marcante da truta, porém é suavizado com as cenouras salteadas no azeite, cobertas com semente de girassol e arroz branco.

A truta é um prato bem comum na região. Vi que até em restaurantes de carne, serviam truta... Para mim, é saborosa, mas defumada, como é servida na maioria dos restaurantes, experimentar em uma refeição é suficiente.

Continuamos por ali bebendo vinho, depois nos despedimos rapidinho do restaurante e corremos até o carro para espantar o frio. É importante falar que A Taberna não aceita cartões, apenas dinheiro em espécie. Nossa conta deu cerca de 170 reais.


Ambiente: ♥♥♥♥♥
Atendimento: ♥♥♥♥♥
Preço: $$$$$
Sabor: ♥♥♥


A Taberna
Endereço: Avenida Prefeito Natal Zilli, 3330 - Urubici/SC.
Telefone: (49) 3278-5121
Aceita cartão: Não
Estacionamento: Sim

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Aconchego no Restaurante Pequeno Bosque

Em julho passamos alguns dias gelados na serra catarinense, um programa super delícia para ser feito em casal. Apesar dos poucos dias, conseguimos aproveitar muito. O único problema foi ter que ir embora, não queria de jeito nenhum.

Como sempre, saí de casa com uma listinha de opções para visitar, entre pontos turísticos, restaurantes e tudo mais. Publicarei aqui várias diquinhas bacanas, mas nada em ordem cronológica, ok?

Tiramos nosso último dia para almoçar em São Joaquim e depois visitar a vinícola Villa Francioni (post em breve). A cidade carece de infra-estrutura para receber turistas, já que é super divulgada erroneamente como cidade gelada do Brasil. Pessoas de todo o país e também do mundo vão a São Joaquim no inverno, porém se deparam com poucas opções gastronômicas, de lazer e também de hospedagens mais bacaninhas.

O restaurante mais elegante da cidade é o Pequeno Bosque, que se parece muito com um chalezinho daqueles que existem em montanhas. A entrada é linda, com grama, muitos verdes, flores e uma cascata imitando vinho saindo da barrica.







Por dentro o encantamento continua com decoração de extremo bom gosto. Lareira em parede de pedras escuras, tons terrosos na decoração, piso de madeira, lustres, taças... Adoramos.





Faltava saber se o cardápio faria jus ao espaço requintado e aconchegante.




Como depois do almoço teríamos uma programação etílica, optamos por pegar leve nas cervejas e suco para beber. Pedimos carpaccio de filé mignon como entrada (R$28). Geralmente restaurantes que preparam boas entradas, têm sucesso em pratos principais. Isso não é regra nenhuma, claro, mas é algo que venho percebendo ao longo de minhas jornadas gastronômicas.




Carpaccio em corte ideal, sem ser fino nem grosso demais, servido com rúcula, parmesão, pãezinhos e delicioso pesto de alcaparras que, certamente, executarei em casa. A entrada estava gostosa, mas cometeram um pequeno deslize ao servirem a carne muito gelada.

O cardápio é bacana, recheado de opções interessantes, mesmo sendo o carro-chefe o fondue. Minha dúvida girou entre o lombo suíno ao molho de mostarda (R$38) e pato... Fiquei com o segundo. Eram duas opções da ave: pato assado com molho de maçã e purê de batata (R$52) ou o que escolhi, Magret de pato ao molho de frutas do Bosque (R$56).

Errei na escolha. A apresentação do prato estava bonita, porém, a carne estava extremamente dura e não consegui comer mais que duas fatias. O molho de frutas vermelhas estava ótimo e o risotto de abobrinha, bárbaro! Tão bom que poderia ser até mesmo um prato principal sozinho.

Fiquei decepcionada com meu prato...





Mas, Claudio acertou em cheio! Por favor, se visitarem o Pequeno Bosque e fugirem do fondue, peçam o Carré de Cordeiro ao molho de Mirtilo (R$58). Além de lindo, esse prato é puro sabor. Carré extremamente macio e saboroso, ainda mais com o molho sem miséria de mirtilo e delicioso ravioli recheado com pinhão como acompanhamento. Muito bom mesmo.

Ponto positivo para o restaurante que sabe servir carré. Quem gosta da carne, sabe como é necessário terminar com ossinhos na mão, né? No Pequeno Bosque, juntamente com o prato, servem uma lavanda para perfumar as mãos, assim como no Bistrô Santa Marta, falado aqui.

Pulamos as cinco opções de sobremesas e nos despedimos do restaurante com menos 167 reais na carteira e seguimos rumo à Villa Francioni.

Apesar de não ter gostado do meu pedido de prato principal, quando retornar a São Joaquim, pretendo ir novamente ao restaurante Pequeno Bosque. Minha próxima visita será à noite para comer fondue e tomar vinho. Se de dia já foi uma delícia estar lá, imaginem que climinha aconchegante deve ser um jantar no Pequeno Bosque?


Para termos uma ideia... (Foto: Divulgação)


 Ambiente: ♥♥♥♥♥
Atendimento: ♥♥♥♥♥
Preço: $$$$$
Sabor: ♥♥♥♥

Pequeno Bosque
Endereço: Rua Major Jacinto Gourlat, 212 - Centro. São Joaquim/SC.
Telefone: (49) 3233-3318
Horário de funcionamento: De segunda a sábado das 11:45h às 14h e das 18:30h às 24h.
Aceita cartão: Sim
Estacionamento: Sim